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Arquivo mensal: março 2014

Reflexão sobre Comunidades Virtuais de Aprendizagem

tics

A aprendizagem precisa oportunizar um deslumbramento, como nos diz Rubem Alves. Esse deslumbramento precisa existir no espaço das CVA’s, afinal, fazemos uso das TIC’s, temos objetivos em comum, então por que ele não é tão concorrido e ativo como as redes sociais, por exemplo?

Como foi muito bem escrito no artigo[1], essa é uma metodologia emergente, devendo ser muito estudada, experimentada e, por que não, modificada. Mas por quem?

Por todos nós. Somos coautores! Revendo nossas práticas e compartilhando expectativas poderemos reformar o ambiente, deixá-lo verdadeiramente sedutor.

Quando conseguirmos fazer isso enquanto estudantes, será mais fácil mediar enquanto professores.
Talvez não tenhamos adotado as comunidades virtuais de aprendizagem nas salas de aula por ainda não nos sentirmos totalmente cativados por elas.

Ao contrário das crianças e adolescentes, que nasceram inseridos nesse mundo tecnológico, nós temos que nos adaptar a ele, entendê-lo, vencer preconceitos, destrinchá-lo…

Um vício que deve ser vencido é querer atuar no ambiente virtual como se atua no ambiente físico escolar. Aqui somos livres para entrar e sair quando bem entendemos, mas só o fazemos mediante prazos e “chamadas” dos tutores. Por quê? Porque ainda não nos adaptamos a essa liberdade e responsabilidade que o virtual proporciona.

aula-virtual 2

Temos que sentir, verdadeiramente, que pertencemos a esse espaço. Só então vamos conseguir interagir de modo cooperativo e dinâmico.

 

(Fórum de discussão – Atividade avaliativa do curso Pós-graduação em Educação Especial – especialização lato sensu – 2014C – INTRODUÇÃO A EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA – Portal Educação)

[1] artigo1

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Publicado por em 25 de março de 2014 em Educação

 

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“Jamais permitas que algum homem a escravize, nasceste livre para amar e não para ser escrava.

Jamais permitas que teu coração sofra em nome do amor. Amar é um ato de felicidade, por quê sofrer?

Jamais permitas que teus olhos derramem lágrimas por alguém que jamais fará você sorrir!

Jamais permitas que o uso do teu próprio corpo seja cerceado.O corpo é moradia do espírito, por quê mantê-lo aprisionado?

Jamais te permitas ficar horas esperando por alguém que jamais virá, mesmo tendo prometido.

Jamais permitas que teu nome seja pronunciado em vão por um homem cujo nome tu sequer sabes!

Jamais permitas que teu tempo, corpo e coração seja desperdiçado por alguém que nunca terá tempo para ti.

Jamais permitas ouvir gritos em teu ouvido. O Amor é o único que pode falar mais alto!

Jamais permitas que paixões desenfreadas te transportem de um mundo real para outro que nunca existiu.

Jamais permitas que os outros sonhos se misturem aos seus, fazendo-os virar um grande pesadelo.

Jamais acredites que alguém possa voltar quando nunca esteve presente.

Jamais permitas que teu útero gere um filho que nunca terá um pai. (E se tu o gerar saiba que a dádiva da Mãe-Deusa é apenas Tua, crie e eduque teu filho/filha de modo que possa vir a ter força e jamais tema ser mãe solteira; o pecado está apenas na mente dos fracos.)

Jamais permitas viver na dependência de um homem como se tu tivesses nascido inválida.

Jamais permitas que a dor, a tristeza, a solidão, o ódio, o ressentimento, o ciúme, o remorso e tudo aquilo que possa tirar os brilho de teus olhos a dominem, fazendo arrefecer a força que existe dentro de ti.

E, sobretudo, jamais permita-se perder a dignidade de ser mulher!”

Provável código de honra e moral das mulheres sábias e sacerdotisas celtas.

(Para ser utilizado também como um código de conduta e moral feminina entre todas as Mulheres e Filhas da Grande Mãe)

http://sagrado-feminino.blogspot.com.br/

E se você errar, recomece.

Alma Celta

 
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Publicado por em 3 de março de 2014 em Deusa

 
 
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